Por Teresa Pietra Torres


Por Teresa Pietra Torres

Por Teresa Pietra Torres
Neste Mãos-à-Obra ensinamos-lhe uma forma de tapar os tubos da cozinha de uma forma discreta e muito simples.

Por Teresa Pietra Torres
O resultado final deste espaço teve com finalidade melhorar a vida deste nosso candidato. Como programa de decoração gostamos de demonstrar as mais variadas formas de transformar qualquer espaço.
Aqui tem acesso ao catálogo deste programa e aos links das marcas parceiras dos produtos usados.

Por Teresa Pietra Torres
O candidato deste episódio, Rui Dinis, quis presentear os pais que sempre se esforçaram por dar tudo aos filhos e esta foi a melhor forma retribuir e agradecer.
A divisão escolhida foi a cozinha, um espaço degradado, velho e pouco funcional. A solução que Teresa decidiu ser a mais correta foi, mantendo o mesmo layout, substituir tudo e dar uma nova imagem à cozinha.



A intenção era um cozinha moderna e atualizada, mas ao mesmo tempo era importante ter em conta a idade dos candidatos. O equilíbrio entre o moderno e o clássico foi conseguido com uma base moderna conjugada com cores e materiais mais clássicos, como o azul e a madeira. O branco como cor base, o azul como cor clássica e a madeira e o ocre conferem um cariz mais “quente” à decoração. Mais funcionalidade, arrumação e organização eram fundamentais na integração deste projeto.





Uma das tarefas mais complicadas desta obra foi a demolição de um arco que dava acesso a um pequeno espaço, espaço este que tinha também de ser integrado na nova decoração, dando assim uma nova vida a esta divisão.


Todas as paredes foram revestidas a gesso cartonado e posteriormente pintadas de branco e no chão foi colocado um pavimento cerâmico cinza com manchas que faz lembrar o microcimento que invoca o moderno no design desta cozinha.

Por Luís Pedro de Abreu
O que fazer numa parede branca? Um ripado de madeira traz ritmo, calor e até alguma sofisticação. As ripas podiam ser colocadas diretamente na parede mas não teria a mesma leitura, assim foram colocados paines de MDF posteriormente. Pode-se optar por deixar em cru ou pode-se também pintar o fundo de uma cor e as ripas de outra, neste caso foi tudo pintado de branco.

Por Luís Pedro de Abreu
O resultado final deste espaço teve com finalidade melhorar a vida deste nosso candidato. Como programa de decoração gostamos de demonstrar as mais variadas formas de transformar qualquer espaço.
Aqui tem acesso ao catálogo deste programa e aos links das marcas parceiras dos produtos usados.
http://www.acadeirinhadoalmeida.pt/
https://www.homesinheaven.com/

Por Luís Pedro de Abreu
Márcio Silva, o candidato deste episódio, nasceu no Açores e desde que assentou arraiais no continente que tem lutado para conquistar a sua independência. A sua última conquista foi a casa onde vive atualmente que infelizmente carecia de conforto e comodidade. Foi a fim de renovar o apartamento e de forma a ter condições de receber a mãe, que Márcio sentiu a necessidade de se candidatar ao ‘Querido, mudei a casa!’.
Era uma sala vazia, com uma ausência total de mobiliário e de decoração, não havia mesa de jantar e o sofá era apenas um colchão no chão; sentia-se um vazio que tinha que ser urgentemente preenchido, sendo que o objetivo principal era trazer o maior conforto possível.
Uma das coisas fundamentais que o candidato tinha na sala era uma secretária de trabalho, tal como o Márcio muitos de nós tivemos que nos adaptar a esta realidade. Na casa havia uma divisão livre, uma divisão de arrumos, e quando Luís Pedro se apercebe disso desenvolveu o projeto no sentido remodelar os dois espaços e criar zonas distintas: a sala (zona de lazer) e o escritório/quarto de hospedes – tirar a zona de trabalho da zona de lazer.








Todas as paredes da sala foram preenchidas por bites para criar almofadas em virtude de cortar sua monotonia natural, estas foram criadas à imagem de paredes de uma casa apalaçada. A ideia era realmente criar o contraste do antes, a ideia de vazio, para uma divisão apalaçada, numa decoração jovem com uma fusão híbrida entre a casa jovem e a casa no sentido de “CASA”, clássica.



Este lambrim criado foi pintado de tom café com leite que contrasta com o papel de parede com um ar mais tosco de tom suave com uma textura bastante orgânica. Grande parte da iluminação escolhida foi preta e metálica para dar um masculino e industrial, tanto na sala como no quarto.




Desta vez, Luís Pedro optou por um quarto todo o branco, com ligeiros apontamentos de cor, fazia sentido ter uma decoração tranquila por ser um espaço para trabalho. O nicho que havia no quarto foi transformado num roupeiro muito original, onde o varão de madeira está suspenso em cordas.

Por Sofia Dias
“A magia do gesso cartonado
Com o passar dos tempos o mercado tem apresentado soluções construtivas que procuram melhorar não só a qualidade, mas também a facilidade e a rapidez de execução das obras. É o caso do gesso cartonado, que nos dias que correm é usado em praticamente tudo.


Com esta solução fazemos divisórias (paredes interiores), tetos falsos, elementos decorativos, estruturas de apoio, enfim. Haja ideias e imaginação e o gesso cartonado faz. A realidade é que o material é cada vez mais usado porque acrescenta valor aos projetos. Quando se opta por tetos falsos em gesso cartonado temos no imediato dois ganhos: Possibilidade de melhorar a iluminação e conforto acústico, uma vez que esta solução vai permitir relocalizar pontos de luz, e baixar o nível do eco. As divisórias de gesso cartonado são mais “finas” que uma parede convencional de alvenaria e faz muito menos “lixo”, assim como demora muito menos tempo a ser executado em obra. Na decoração vem ainda acrescentar a versatilidade, pois podemos construir prateleiras, nichos, sancas de luz indireta, etc, que vão dar aquele toque especial ao espaço. Esta solução apresenta uma boa resistência, tanto física como à humidade e ao fogo, pois podemos de acordo com o projeto executar o trabalho escolhendo o gesso com as características que precisamos. É o caso das lareiras que quando as modernizamos usamos gesso ignífugo e em espaços húmidos (cozinhas e instalações sanitárias) usamos o gesso hidrófugo.



A sua qualidade e versatilidade acrescenta muito aos projetos e ao seu bem-estar, e por isso, é o material mais utilizado aos dias de hoje.”
