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Querida Sofia Dias

Por Sofia Dias

“A magia do gesso cartonado

Com o passar dos tempos o mercado tem apresentado soluções construtivas que procuram melhorar não só a qualidade, mas também a facilidade e a rapidez de execução das obras. É o caso do gesso cartonado, que nos dias que correm é usado em praticamente tudo.

Com esta solução fazemos divisórias (paredes interiores), tetos falsos, elementos decorativos, estruturas de apoio, enfim. Haja ideias e imaginação e o gesso cartonado faz. A realidade é que o material é cada vez mais usado porque acrescenta valor aos projetos. Quando se opta por tetos falsos em gesso cartonado temos no imediato dois ganhos: Possibilidade de melhorar a iluminação e conforto acústico, uma vez que esta solução vai permitir relocalizar pontos de luz, e baixar o nível do eco. As divisórias de gesso cartonado são mais “finas” que uma parede convencional de alvenaria e faz muito menos “lixo”, assim como demora muito menos tempo a ser executado em obra. Na decoração vem ainda acrescentar a versatilidade, pois podemos construir prateleiras, nichos, sancas de luz indireta, etc, que vão dar aquele toque especial ao espaço. Esta solução apresenta uma boa resistência, tanto física como à humidade e ao fogo, pois podemos de acordo com o projeto executar o trabalho escolhendo o gesso com as características que precisamos. É o caso das lareiras que quando as modernizamos usamos gesso ignífugo e em espaços húmidos (cozinhas e instalações sanitárias) usamos o gesso hidrófugo.

A sua qualidade e versatilidade acrescenta muito aos projetos e ao seu bem-estar, e por isso, é o material mais utilizado aos dias de hoje.”

Mãos-à-Obra – “Urban Jungle”

Por Ana Antunes

No Mãos-à-Obra deste programa, Ana Antunes em conjunto com João Benedito, explicam-lhe como adaptar um chuveiro de casa de banho para o exterior.

https://www.leroymerlin.pt/?gclid=Cj0KCQjw3f6HBhDHARIsAD_i3D-JdUpO6qMQmv8KBzd3Gz1bAG6eLvbYK2zC8ez6SAqldQL_epQlPLcaAgBcEALw_wcB

“Urban Jungle”

Por Ana Antunes

A candidata deste programa, Fernanda Brito, mudou-se há poucos anos para Portugal. Fernanda, o marido e a filha moravam no Brasil e por questões de segurança decidiram mudar de país. Compraram a casa à distância pela Internet e, sem nunca a terem visto, arriscaram tudo, como tantas famílias brasileiras. Os moveis que tinham na casa eram os que a antiga proprietária tinha deixado.

A divisão com que se candidataram foi a sala, não se sentiam lá bem, principalmente pelo chão forrado a carpete que era de difícil limpeza com as cadelas que têm, e por ser um espaço frio e sem isolamento quase nenhum. Mas, assim que Ana Antunes vê pela primeira vez o espaço percebeu que não o podia projetar sem incluir o pátio, a sala vive para o exterior e esta família vem de um país em que estão habituados a conviver em espaços abertos. Não fazia sentido não prosseguir com a remodelação para o exterior, até porque com o bom tempo podem usufruir mais do jardim do que da sala.

Por se sentir uma continuidade nestes dois espaços foram aplicados o preto, o branco e o verde, num estilo contemporâneo tropical. O preto e o branco são contemporâneos e ao mesmo tempo fazem o verde, que é o tropical, destacar-se e todos os pormenores têm um bocadinho de sabor a Brasil.

O truque na sala era torná-la visualmente maior e isso foi feito através do novo layout, dos espelhos e do mobiliário visualmente mais leve. Em vez do usual papel de parede, a nossa decoradora, aplicou um painel cerâmico tríptico da Margres, que até no toque parece papel de parede. Este painel faz uma ligação bastante direta ao exterior.

O branco e o preto têm continuidade no exterior e fazem sobressair o mais importante e o que confere mais exuberância ao espaço, as plantas. Dois tipos de plantas foram escolhidas pela INGREEN: um tipo de linhas mais retas que conjuga com as tropicais. Assim foi criada uma perfeita sintonia e um bom impacto tendo em conta que o jardim tinha apenas canteiros.

Dois do momentos fundamentais do jardim são os dois painéis de azulejo simétricos, um enquadra o barbecue e o outro o chuveiro.

Mãos-à-Obra – “Uma cozinha para todos

Por Rita Glória

No Mãos-à-Obra, Rita Glória, ensina-lhe como fazer uma mesa de refeições a partir de um tampo de madeira maciça e com uns pés à escolha. É fácil e fica sempre bem.

https://www.leroymerlin.pt/

“Uma cozinha para todos”

Por Rita Glória

A candidata desta semana chama-se Cláudia Mendonça, é enfermeira e desde o início que tem estado na linha da frente no combate à pandemia, o que a obrigou a estar afastada da família por um largo período de tempo. Com tudo isto suspendeu o sonho de renovar a cozinha da casa compraram recentemente, agora que o pior já passou quis presentear-los com esta renovação.

Foi escolhida a cozinha por ser uma das zonas sociais da casa e o ponto de ligação entre o interior e o exterior. É um espaço bastante grande que requeria muitas tarefas, das quais uma demolição. A divisão ao lado da cozinha era uma sala de jantar e, no projeto de Rita Glória, fazia sentido estes espaços fundirem-se. A demolição permite um novo layout com uma zona de refeições e uma ilha, tal como a nossa decoradora idealizava, totalmente contemporânea e alegre.

A cozinha e a sala tinham azulejos bastante antiquados que não se enquadravam na nova decoração. As paredes que tinham azulejo e que não levaram o novo cerâmico foram revestidas por gesso cartonado. No espaço entre móveis da cozinha o cerâmico colocado tem formato hexagonal, cada peça adquiria a característica de mate e brilho. O pavimento que foi aplicado em todo a divisão foi um cerâmico a imitar madeira.

O cinza claro foi a base de toda a decoração, mas o verde menta foi a cor escolhida para abraçar este espaço, criando um bonito contraste entre as duas cores. Os móveis inferiores da cozinha em azul/esverdeado e os superiores (móveis abertos e móveis fechados) em madeira trazem uma homogeneidade a todo o ambiente, e pormenores pretos e dourados complementam-nos.

Mãos-à-Obra – ‘Natural sofisticado’

Por Ana Antunes

No Mãos-à-Obra deste episódio, Ana Antunes ensina-lhe como personalizar um tapete. Neste caso, a nossa decoradora escolheu um tapete liso e simples e, para o entrosar melhor na decoração, decidiu aplicar-lhe um padrão com tinta.