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Mãos-à-Obra – “Uma cozinha para todos

Por Rita Glória

No Mãos-à-Obra, Rita Glória, ensina-lhe como fazer uma mesa de refeições a partir de um tampo de madeira maciça e com uns pés à escolha. É fácil e fica sempre bem.

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“Uma cozinha para todos”

Por Rita Glória

A candidata desta semana chama-se Cláudia Mendonça, é enfermeira e desde o início que tem estado na linha da frente no combate à pandemia, o que a obrigou a estar afastada da família por um largo período de tempo. Com tudo isto suspendeu o sonho de renovar a cozinha da casa compraram recentemente, agora que o pior já passou quis presentear-los com esta renovação.

Foi escolhida a cozinha por ser uma das zonas sociais da casa e o ponto de ligação entre o interior e o exterior. É um espaço bastante grande que requeria muitas tarefas, das quais uma demolição. A divisão ao lado da cozinha era uma sala de jantar e, no projeto de Rita Glória, fazia sentido estes espaços fundirem-se. A demolição permite um novo layout com uma zona de refeições e uma ilha, tal como a nossa decoradora idealizava, totalmente contemporânea e alegre.

A cozinha e a sala tinham azulejos bastante antiquados que não se enquadravam na nova decoração. As paredes que tinham azulejo e que não levaram o novo cerâmico foram revestidas por gesso cartonado. No espaço entre móveis da cozinha o cerâmico colocado tem formato hexagonal, cada peça adquiria a característica de mate e brilho. O pavimento que foi aplicado em todo a divisão foi um cerâmico a imitar madeira.

O cinza claro foi a base de toda a decoração, mas o verde menta foi a cor escolhida para abraçar este espaço, criando um bonito contraste entre as duas cores. Os móveis inferiores da cozinha em azul/esverdeado e os superiores (móveis abertos e móveis fechados) em madeira trazem uma homogeneidade a todo o ambiente, e pormenores pretos e dourados complementam-nos.

Mãos-à-Obra – ‘Natural sofisticado’

Por Ana Antunes

No Mãos-à-Obra deste episódio, Ana Antunes ensina-lhe como personalizar um tapete. Neste caso, a nossa decoradora escolheu um tapete liso e simples e, para o entrosar melhor na decoração, decidiu aplicar-lhe um padrão com tinta.

“Natural sofisticado”

Por Ana Antunes

Por trás de cada remodelação e de cada casa há uma história de uma família. Maurício, candidatou-se ao ‘Querido’ para trazer mais alguma felicidade aos pais. Há uns anos o seu pai, Carlos, teve um AVC que lhe trouxe uma incapacidade de mais de 90%, e é a mãe, Cecília, que diariamente toma conta do marido e de todas as tarefas. O desejo de Maurício era que transformássemos a sala de forma a criar um espaço onde o casal possa estar, a fim de facilitar a logística à mãe que toma conta do pai.

Desde logo, Ana Antunes, percebeu que era um sala com potencial e com dimensões consideráveis, e que o essencial era potencializar um espaço que os dois conseguissem usufruir; mais do que realizar um sonho era importante melhorar as condições diárias da vida deste casal. Claro que o projeto tinha que passar por unir a sala à pequena cozinha que tinha dimensões de um corredor. Assim , Cecília que tinha como profissão ser cozinheira e que ainda gosta de aprimorar na sua arte pode ter o marido por perto, na sala.

As paredes da sala eram de uma textura agressiva e para se solucionar esse problema colocou-se gesso cartonado a toda a volta que, depois do primário, foi pintado de branco. Envolver estas divisões em branco era fundamental para dar destaque às texturas da decoração e ao verde que sai da janela do jardim de inverno. Este espaço é dedicado a um casal que já não é jovem e que tem uma casa de campo na cidade, e foi essa a ideia traduzida na decoração; um pouco de campo com os materiais naturais (madeira, palhinha, ratan) e de cidade com as linhas contemporâneas da cozinha, de forma a criar um natural sofisticado.

Na cozinha, um revestimento porcelânico branco texturado de folhagens passou a cobrir as paredes, e o chão dos dois espaços foi revestido com um pavimento cerâmico que imita a madeira. Como foi colocado cerâmico sobre o antigo azulejo teve de ser usada uma cola especifica, assim não foi necessário retirar o antigo. Na continuidade do conceito decorativo da sala as portas de cima dos armários são brancas e as de baixo em madeira e a decoração conta com apontamentos pretos.

“Dois quartos de alegria”

Por Luís Pedro de Abreu

A palavra de ordem deste episódio foi “partilha”. A Miriam e o Guilherme são dois irmãos que partilham o quarto desde sempre e isso era um preocupação para mãe que sentia que o espaço não tinha as condições necessárias.

Não só era preciso uma nova estética como também era fundamental trazer conforto ao espaço. Este quarto foi projetado para haver duas zonas distintas de forma a criar dois ambientes, uma para menina e outro para o rapaz, e esse foi o maior desfio. Criar diferenciação de espaços mas ao mesmo tempo torna-los uno era fundamental para que os dois irmãos de idades distintas se sentissem confortáveis.

O amarelo torrado foi a cor predominante com que Luís Pedro decidiu arriscar e a decoração foi, em certos objetos, inspirada nos anos 80, como as cadeiras e o aproveitamento do pavimento. Ao mesmo tempo brincou com objetos bem modernos, como os fios elétricos coloridos que percorrem paredes e tetos de forma a separar a zona da menina com fio cor de rosa e a zona do menino com fio verde.

Luís Pedro e os Queridos não podia deixar o quarto dos pais como estava, também estes merecem. Era a divisão mais pequena de sempre, então o nosso decorador arranjou uma solução de arrumação que funciona bastante bem para espaços pequenos (dois armários laterais com uma ponte que os liga também com arrumação).

Por ser um quarto tão pequeno foi todo pintado de branco e salpicado com decoração esverdeada. O papel de parede que faz lembrar a malha do linho faz de cabeceira de cama, é discreto mas acrescenta mais conforto à decoração por parecer tecido.